Bem Estar Cuide-se por Hospital Santa Paula

Coração de mulher

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Com a correria do dia a dia a maioria das mulheres e boa parte dos médicos não se atenta para esses fatores, que antes eram muito associados ao coração masculino. Jornada de trabalho e cuidados em casa, vida social e pessoal, os níveis de stress ficam lá em cima.

Pesquisas mostram que a primeira causa de morte em mulheres com mais de 50 anos está relacionada a doenças do aparelho circulatório. A depressão acontece em 2 mulheres para cada homem, e hoje é reconhecida como um fator agravante das doenças cardiovasculares.

Alguns fatores de risco para a saúde costumam ser silenciosos, por isso é importante sempre ficar de olho. Colesterol alto,  hipertensão, sedentarismo e tabagismo podem ameaçar a saúde do coração.

Reconhecer os sinais de início da doença é fundamental para a prevenção de seqüelas futuras.

Possíveis sinais de infarto:

– Dores no peito e região da “boca do estômago”

– Náusea

– Palidez

– Sudorese

Possíveis sinais de AVC, o popular “derrame”:

– Amortecimento em um lado do corpo

– Dificuldade de fala e perda súbita de equilíbrio

Nesses casos, a velocidade do diagnóstico e início do tratamento é o segredo do sucesso.

A prevenção:

Felizmente os recentes avanços científicos nos trouxeram boas evidências sobre o mecanismo de desenvolvimento das doenças dos vasos. Avanços terapêuticos possibilitaram melhor controle de fatores de risco como a hipertensão e o colesterol elevado. Um vasto estudo científico concluiu que pequenos ajustes nos hábitos e o correto controle de fatores de risco como a hipertensão e colesterol são capazes de evitar 80% da chance de um infarto. Ou seja, é possível virar o jogo.

Dessa forma, deve ser feita a visita ao ginecologista anualmente para evitar as consequências de um câncer, mas também toda mulher deve ter como hábito fazer um controle da pressão arterial (mesmo que tenha um histórico de pressão baixa) e dos índices glicêmicos e de colesterol através de um exame de sangue. Colocar o check-up cardiológico na agenda de prevenção pode fazer uma grande diferença.

Fonte: Brazil Health