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As novas cervejas artesanais Orí

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As cervejas Orí acabam de ser lançadas no mercado com fórmulas exclusivas, autorais e personalidade marcante.

A Orí se apresenta ao mercado com uma identidade singular que visa uma imersão maior dos clientes nesse universo da história da cerveja, onde homens buscavam a transcendência da matéria e a elevação da alma no simples ato de apreciar a bebida, além de aguçar e ativar os sentidos com os seus aromas e sabores únicos,

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A criação da Orí começou com quatro estilos: Witbier, Alive!Ipa, Vienna e Extra Staut. As cervejas contam com o crivo do jovem e renomado mestre cervejeiro Bernardo Gava – certificado pelo instituto VLB Berlin. O resultado é um terroir engarrafado, com produção local e qualidade internacional”.

A concepção da marca, bem como identidade visual das cervejas conta com a assinatura do artista plástico Dado Motta do estúdio Mandala que fez um ótimo trabalho trazendo brasilidade ao rótulo.

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– Witbier: Originalmente produzida dentro de igrejas belgas há mais de 400 anos, o sabor desta “cerveja branca” de trigo vem das especiarias a ela acrescentadas, sendo casca de laranja e semente de coentro as mais tracionais. Ao mesmo tempo leve e complexa, cítrica e picante, seu sabor certamente ficará gravado na memória. A receita da Orí inclui leveduras belgas e lúpulo Smaragd, picante e floral. Malte Pilsen, flocos de trigo, uma pitada de flocos de aveia. Sementes de coentro, cascas de laranja amarga e folhas de camomila.

Graduação alcoólica: 5,4%
Temperatura de consumo: 6 – 8 graus
13 IBU

– Alive!Ipa: Dourada e de corpo leve, a Ipa é “alive” por um motivo especial: ela não é pasteurizada, ou seja, tomar a A!Ipa é similar a tomar a cerveja in natura, como se estivesse ao lado do tanque onde ela foi fermentada e maturada. Por ser bem lupulada, possui características marcantes: aroma intenso com notas frutadas, herbais e amargor acentuado, presente, porém macio. A receita inclui maltes Pilsen e caramelo alemão com um blend de lúpulo Mosaic, Cascade, Citra, Crystal e Centenial (EUA) com Sorachi Ace (Japão).

Graduação alcoólica: 3,8%
Temperatura para consumo: 9 -12 graus
50 IBU

– Vienna: Oficialmente criada no início do século XIX na Áustria, a origem desta receita encontra-se três séculos antes, tornando-a uma das mais clássicas ainda existentes. Cerveja avermelhada de sabor e aroma elegantes, apresenta notas levemente tostadas e adocicadas com um toque floral que contrasta perfeitamente com o amargor do lúpulo. A receita inclui maltes Pilsen e Vienna com um blend de maltes caramelo alemães.

Graduação alcoólica: 4,7%
Temperatura de consumo: 6 – 8 graus
20 IBU

– Stout: Originária do século XVIII, e hoje um dos estilos mais apreciados no mundo, a Extra Stout é uma derivação irlandesa das tradicionais cervejas da escola britânica. Cerveja escura e robusta, de marcante gosto aveludado, seu caráter tostado e levemente seco remete ao café e ao chocolate, que contrasta e se equilibra com notas de frutas pretas como ameixas, mesclando o amargo do lúpulo ao adocicado do malte. A receita inclui um blend de maltes alemães, levedura Ale inglesa, lúpulo britânico East Kent Golding e cereais não maltados conferem aromas de cacau, café e tabaco à receita.

Graduação alcoólica: 6,75%
Temperatura de consumo: 14 graus
30 IBU

Todas as cervejas da Orí ficam 30 dias em um barril de inox, 25 dias maturando para a sua finalização. O conceito da cerveja artesanal, feita a mão, como uma dobradura de papel: passo a passo, sem corte ou emenda. Uma verdadeira honestidade do sabor em forma de verdade.

Para saber mais, visite o site.