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Passeios em família na Holanda perto de Amsterdam

Hoje no LeBlog separamos algumas dicas para quem está programado uma viagem em familia com programas leves e divertidos pela Holanda, fora do circuito de Amsterdam. Cidades próximas a capital da Holanda oferecem atrações como aquários a parques de diversões famosos mundialmente, além … Continue reading

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Hoje é dia de dica de vinho aqui no LeBlog e a Decanter preparou uma boa seleção de rótulos que ficam bem em diversas ocasiões e agradam os mais diversos paladares.

Lembrando que os vinhos podem ser comprados nas lojas Decanter ou pelo site ?

Voilà…

Quem faz algum tipo de exercício ou esporte regular sabe que no início, é comum sentir dores musculares no pós-treino. Depois de algum tempo praticando alguma atividade também sabemos bem quando o treino foi pesado pelas dores que pelo corpo.

Um banho morno após a academia e um bom alongamento após a atividade física pode ajudar, mas muitas vezes não é suficiente. Sofremos para subir ou descer escadas e para fazer movimentos comuns do dia a dia como escovar os dentes. Para entendermos que atitudes tomar nessa situação de maneira saudável, temos algumas dicas do ortopedista especializado em medicina do esporte do Hospital Santa Paula, Fabiano Cunha.

Pode parecer uma boa idéia tomar um anti-inflamatório para acabar com a dor, mas resista a tentação. Primeiro, é preciso compreender o sistema de “cicatrização” do organismo depois dos exercícios. Durante o treino a musculatura é forçada ao máximo, causando micro lesões nas fibras musculares. A atividade física melhora a circulação sanguínea na região trabalhada e os músculos recebem os nutrientes para a reparação. Novas fibras se formam e aumentam o músculo, segundo Fabiano.

Tomar anti-inflamatórios após os exercícios pode interromper o processo e acabar machucando o músculo. Se o objetivo é ficar mais forte, acabar com a dor com remédios torna os treinos menos efetivos, segundo um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.

Na pesquisa, músculos de ratos foram analisados depois de correrem nas rodinhas. Sem medicamentos, os animais geravam um composto conhecido como prostaglandina. Esse composto estimula as células musculares a se regenerarem e dilata os vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue e nutrientes para a musculatura. Já os ratos que tomavam anti-inflamatórios bloquearam a produção de prostaglandina e não conseguiam se curar com tanta eficiência.

Outro estudo publicado na revista Journal of Physiology and Pharmacology, mostrou ainda que o anti-inflamatório ibuprofeno cancela parte do crescimento do músculo esquelético, aquele que normalmente apareceria depois da atividade física.

Dr. Cunha explica que o processo é uma cascata de acontecimentos: quando treinamos, lesionamos o músculo. Essa lesão inflamatória é mediada pela tal da prostaglandina. Por sua vez, a prostaglandina chama o fibroblasto, que é o responsável por constituir a base do tecido e originar as fibras. Se o remédio bloqueia a produção de prostaglandina, o corpo não manda o fibroblasto e não há reparação do músculo.

Além de atrapalhar o a construção do músculo, os remédios podem sobrecarregar o rim. Esse órgão tem a função de metabolizar o anti-inflamatório, então tomar esses remédios dá um trabalho extra para ele. Ao fazer exercícios, o rim já está sobrecarregado, pois ele também é responsável por metabolizar a destruição muscular. Atividades intensas levam a desidratação e água é fundamental para o funcionamento normal do rim. A soma de tudo isso resulta em um rim afetado.

A prova de que o problema renal precisa ser levado a sério é que em provas longas, como IronMan no triathlon ou Tour the France no ciclismo, é comum que participantes sofram falência renal. Uma pesquisa publicada no Emergency Medical Journal, acompanhou 89 ultra maratonistas em uma prova de 80km. No fim da prova, 44% dos participantes indicavam ter uma lesão renal aguda. Os corredores que tomaram ibuprofeno eram 18% mais propensos a desenvolver as lesões no rim, se comparados com quem não ingeriu nada. Além disso, os machucados tendiam a ser mais severos.

O nosso corpo está todo conectado e dá sinais quando algo não vai bem. É importante prestar atenção aos sinais e cuidar da saúde.

Para mais dicas de saúde, clique aqui.

A Casa Hacienda é um lindo hotel fazenda que fica em Achamaqui ao nordeste do Peru. É uma ótima opção de hospedagem para quem vai conhecer a região. O belíssimo casarão no estilo colonial está aos pés de uma colina e tem um clima rústico e aconchegante. A filosofia do local é priorizar as atividade turísticas locais seguir a linha sustentável sempre muito comprometida com a região. Sendo assim eles tem diversos trabalhos com artesãos locais e com a comunidade ao redor, fazendo com que toda redondeza sinta-se parte do que eles oferecem para casa visitante.

Com muito orgulho das riquezas culturais desta região do Peru, a equipe recebe os hóspedes com muita atenção e disposição para contar e nos encantar pela história da região.

O belo casarão que abriga o hotel fica no Valle de Utcubamba, em Chachapoyas. A cidade que leva nome do povo cheio de mistério que ha muitos séculos habitou a região.

Apesar do charme rustico do casarão, o hotel tem Wi-fi, que como os lugares afastados ora funciona ora não, fazendo nos lembrar esquecer da internet para curtir a natureza ao redor. Ar condicionado, Cofre, TV led, serviço bilingue, serviço de lavanderia, serviço de quarto e outras amenidades também estão disponíveis.

A localização está próxima às vias principais da cidade, mas os principais atrativos da região ficam a pelo menos 2 horas de viagem montanha acima, então se você quiser conhecer todos, o ideal é reservar uns 4 dias para a viagem.

Cachoeira Gocta, O Bosque de Cachoeiras de Cuispes, Kuélap, O Museu de Leymebamba, entre outros. O Achamaqui oferece serviços de tour até essas atrações, basta solicitar detalhes ao fazer seu check-in. Como esses passeios são localizados em lugares mais afastados de tudo, o melhor é fazer planos para 1 ou 2 passeios no dia.

O restaurante apresenta os clássicos da cozinha peruana e podem ser degustados no salão principal, no terraço ou no bar, que oferece drinks das 18h as 22h.

Em alguns dias antes do jantar eles preparam uma grande fogueira para os hóspedes se aquecerem enquanto comem deliciosos marshmallows.

Os quartos seguem o mesmo estilo rústico aconchegante do restante do Hotel. São 31 acomodações divididas em Tradicional, Superior e Standard.

Há ainda 5 casas que comportam muito bem um família, com sala, cozinha, área de jantar e terraço.

Como chegar

Chachapoyas fica a cerca 1400 km da capital Lima e não tem vôo direto. O aeroporto mais próximo é o de Jaen. Há vôos diários de Lima – Jaén – Lima com duração de 1:20hs.

Casa Hacienda Achamaqui | Km 39 – Carretera Pedro Ruiz, 074 Chachapoyas, Peru

Quando ir

De abril a novembro, quando não é período de chuvas é a melhor época para a visita, mas lembrem-se que o clima no Peru se altera com facilidade e em um único dia podemos ter as quatro estações do ano bem definidas. Leve aos passeios um casaco e uma capa de chuva.

Aproveite para conhecer essa região ainda pouco explorada. É uma questão de tempo para aumentar a procura por seus belos atrativos turísticos.

O LeBlog fez esta viagem à convite da Viajes Pacífico e SMarketing.

Clique aqui para ver mais dicas do Peru.