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Big Sur está localizada ao longo da cênica Highway One a aproximadamente 150 milhas ao sul de São Francisco e 300 milhas de Los Angeles. O nome é derivado de uma área inexplorada e não-mapeada ao sul de Monterey. O local era chamado “El Sur Grande”, ou “O Grande Sul”. Hoje, Big Sur é o trecho de 90 milhas pela costa, bela e tortuosa, entre Carmel e San Simeon.

O LeBlog se aventurou pelas Highways em uma roadtrip cheia de cenários lindos. Um deles foi Bir Sur, esse tesouro na costa oeste americana.

A roadtrip pela Big Sur é inesquecível e tem cenários de tirar o fôlego. Uma boa maneira de chegar até Big Sur é vindo por São Francisco e ir descendo pela costa através da famosa PCH e depois pela Highway One.

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Chegando na Highway One, o limite de velocidade diminui por motivos que vão além da faixa única e da estrada cheia de curvas. Você não vai querer acelerar muito quando estiver passando por Bir Sur. A cada curva uma paisagem mais bela ainda se revela no horizonte, e os vários pontos de parada nos acostamentos facilitam os registros, enchendo o rolo da câmera com o azul do Pacífico. O vento e a neblina estão quase sempre presentes então é bom estar prevenido com um casaco corta-vento.

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Algo comum pela Highway One é encontrar os locais com seus carros de luxo, desfilando e curtindo a vista, algo interessante de ver. Ainda assim, nenhuma Ferrari consegue competir com a natureza exuberante. Em uma das paradas no acostamento para tirar foto, encontramos vários esquilos. Como estão acostumados com os turistas, são super dóceis.

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As cores do mar e das flores selvagens parecem ter saído de uma pintura! É muito interessante observar a vegetação e relevo do local, bem diferente do que vemos pelas praias do Brasil.

Existem várias praias incríveis pela região, lugares para fazer hiking e acampar, vale a pena pesquisar a respeito.
Antes de visitar Bir Sur, é imprescindível visitar o site, que tem todas as informações sobre as condições da estrada e praias. Em períodos de fortes ventos ou em caso de deslizamento de terra em algum ponto a estrada pode estar fechada.

Para mais dicas da Califórnia, clique aqui.

Em uma viagem partindo de São Francisco para o norte da Califórnia, o LeBlog passou por Point Reyes National Seashore, uma região cuidada pelo Park Service dos Estados Unidos que fica na Peninsula de Point Reyes, em Marin County. Um lugar muito especial e preservado.

A viagem de São Francisco para lá dura pouco menos de 3 horas, e vale cada segundo. Se aproximando da reserva, não há sinal de celular, mas o google maps dá conta de indicar o caminho (se carregado antes). Depois da cidade turística, não há posto de gasolina por perto, por isso é bom encher o tanque por lá para garantir.
O destino do LeBlog foi o farol de Point Reyes, que fica na pontinha do mapa. Se aproximando do local, a paisagem do verão californiano deu lugar a muita neblina e vento.

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As estradas cheias de curvas e as colinas com gado lembram cenários que só são vistos na Groenlândia, Islândia, ou coisas do tipo. Aquela filosofia de que a jornada é mais importante que o destino é facilmente aplicada por lá. A vontade é de parar a cada curva para apreciar a paisagem bucólica.

Nos meses de verão, os turistas com carros podem dirigir até o estacionamento de visitantes, próximo ao Farol. O site conta que nos meses de inverno um ônibus leva os viajantes até lá. De qualquer forma, visitar o site no dia da visita é importante. A estrada pode ser fechada a qualquer momento por condições climáticas como fortes ventos e neblina densa.

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No dia da nossa visita, durante o verão, deixamos o carro no estacionamento e fomos ao encontro do Farol a pé, única maneira permitida de prosseguir caminho. Quando o estacionamento lota, os carros de tamanho normal são permitidos estacionarem no acostamento da estrada. Também vimos muitos ciclistas por toda estrada de asfalto, mas a partir do estacionamento é preciso seguir caminhando.

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A caminhada até o famoso Farol dura alguns minutos. O tempo por lá é distorcido pela beleza ao redor, pelo vento fortíssimo e pelo frio. O casaco corta-vento salva o passeio nessa hora! Não sabemos dizer quanto tempo levamos do carro até o farol, mas a distância é pequena e recheada de beleza, como árvores que “fazem chover” devido tanta umidade, e as cabanas pelo caminho com cara de abandonadas. Há um visitors center com informações e imagens, além de souvenires.

Seguindo o caminho de menos de 1km encontramos a escada que dá acesso ao farol, são muitos degraus, 308 ao todo. Mas isso deixamos para pensar na volta. Pessoas de todas as idades sobem e descem o percurso, e nesse momento a neblina foi deixando o mar protagonizar a vista. Nesse momento, já estamos na extremidade da costa, e o som das ondas se mistura com o do vento ainda muito forte.

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A cada degrau abaixo, o horizonte foi graciosamente aparecendo cada vez mais nítido, junto com o sol e os olhos marejados por tamanha beleza. Chegando ao farol, podemos ver por dentro (sem tocar) o mecanismo que guiava os barcos a noite. Uma pequena sacada permite com que os visitantes deem uma volta 360º antes de se preparar para a subida.

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Cada degrau da volta ficou esquecido já que o corpo inteiro estava concentrado nos olhos, em registrar e apreciar tudo. Pudemos ver até alguns leões marinhos no mar! O rolo da câmera também esteve ocupado, registrando cada rocha, cada pedaço do lugar.

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No caminho de volta para o carro, a paisagem parecia outra. O vento soprou a neblina embora e agora já era possível ver a linha da praia que parece mais um caminho infinito das ondas acabando na areia. O cenário é todo grandioso, muito maior do que a lente da câmera mostra! Para se ter uma ideia, na foto abaixo aqueles pontos escuros são pessoas.

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De volta para o carro, apreciamos o caminho de volta e, seguindo as placas, logo obtivemos sinal para prosseguir viagem.
O objetivo agora é voltar e passar mais tempo por lá: há opções de hiking, camping e outras atividades no Parque Nacional que é uma jóia escondida na ponta da costa leste.

Para detalhes do clima, estradas e regras do local, visite o site.

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São Francisco é uma das cidades mais visitadas na Califórnia. As ladeiras e casinhas no estilo “Full House” fazem essa pequena cidade parecer ter saído de um filme. Os mais de 30 parques públicos na cidade mostram o quanto os moradores valorizam uma boa caminhada ao ar livre, um passeio com o cachorro, um piquenique em família. O cenário é completo pela linda Bay Area e a famosa Golden Gate Bridge, passeios também indispensáveis na cidade.

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O Golden Gate Park é um imenso espaço de lazer e cultura. Dentro dele há museus, parques, jardins e muita natureza. Para conhecer todo o parque, seriam necessários mais de três dias! Os lugares escolhidos pelo LeBlog para algumas horas de visita foram o Jardim Japonês e o Conservatório de Flores

Para chegar ao parque, a oferta de ônibus é boa, e rotas por toda cidade te levam para lá. Uma boa opção também é chegar de Uber ou Lyft. Quem estiver pela cidade de carro alugado, é recomendado deixar o carro hotel e ir de transporte alternativo. É difícil e demorado arranjar um lugar para estacionar.

Chegando ao Golden Gate Park, já é possível ver as pessoas praticando esportes, passeando com o cachorro e aproveitando o delicioso espaço ao ar livre. Para transitar de uma area a outra do parque, esteja disposto a longas caminhadas, já que o espaço é grande. O ambiente cheio de vida, entretanto, faz qualquer longa caminhada passar super rápido.

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A primeira parada do passeio foi o Jardim Japonês. Com uma pequena fila para adquirir o ingresso de 9 dólares, adentramos o espaço que parece um pequeno Japão dentro da Califórnia. Para entrar de forma gratuita, basta chegar bem cedo pela manhã, entre 9h e 10h.

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A atmosfera Zen faz desse passeio um momento tranquilo e cheio de paz. Desde a entrada nos deparamos com arquitetura japonesa em portais e passagens, as cores são de encher os olhos.

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Um lago oferece trilha sonora relaxante e um belo espelho d’água onde as belas formas se refletem em duas. As famosas carpas podem ser vistas por todo o lago, colorindo com cores douradas que tem tudo a ver com o clima oriental.
A vegetação é lindíssima, com bonsais e árvores típicas muito bem cuidadas e podadas. Há também uma casa de chás e uma loja de presentes no local.

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Depois do Jardim Japonês, caminhamos até o Conservatório de Flores. Antes de adentrarmos na estufa gigante, existe um lindo parque em frente a estrutura de vidro e aço. Se a agenda do dia der espaço, aproveita para estender uma canga e aproveitar o sol, fazer um piquenique, conversar e observar o movimento. O lugar é lindo demais!

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Depois de pagar o ticket de 8 dólares sem filas, entramos na imensa estufa que nos transporta para uma floresta tropical. Até mesmo os sons do local remetem à natureza selvagem! Em cada ala é possível observar plantas de diferentes ecossistemas. O clima é quente e úmido, o que acaba dando um descanso do vento frio do lado de fora, já que em São Francisco, mesmo o verão é um pouco gelado para nós brasileiros.
Um detalhe muito interessante é que por onde houver uma espécie de planta, lá estará também a plaquinha indicando a espécie e muitas vezes uma breve explicação sobre aquela planta.

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Além do lugar ter muito verde, há também muitas espécies de flores tropicais, como orquídeas e bromélias. É engraçado reconhecer muitas espécies que são comuns para brasileiros, mas uma raridade para os países não-tropicais. O teto de vidro deixa a luz do sol entrar, iluminando o local de uma forma toda especial. No momento certo do dia, os vitrais capturam a luz do sol e refletem cores pelas folhas verdes, parece mágica.

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Uma outra ala do Conservatório é o borboletário. O lugar é cercado de cortinas de tela, que mantém uma vasta gama de espécies desse inseto alado em uma espécie de santuário.  A vontade é de não sair mais de lá, e ficar somente registrando com a câmera cada pouso, cada batida de asa. Eles possuem no borboletário mais de 20 espécies. Algumas super raras, como as monarcas, que geralmente ficam no teto e não dão muito o ar da graça. No dia fomos presenteados com uma das borboletas pousando em nossa amiga que era a aniversariante do dia – o presente perfeito!

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Depois de muitas horas pelo Golden Gate Park, deixamos o local com uma vontade de ver mais. Um bom motivo para voltar! Para moradores ou turistas, o lugar é perfeito para relaxar e encher os olhos de beleza.

Além da natureza, a gratidão de visitar o local vem das pessoas que dão mais vida e movimento ao ambiente.
Um parque para visitar sempre que passar por São Francisco.

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Los Angeles é uma cidade encantadora, com muita beleza para se ver, e muito para se fazer.

Um dos passeios mais incríveis é visitar o Arts District em Downtown, um bairro com muita gente interessante, lojas, restaurantes e beleza por todos os lados.
Estávamos por lá no fim da tarde e a luz da “Golden Hour” estava incrível. Conseguimos sentir o porque Los Angeles é a cidade onde os sonhos acontecem.

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O Arts District é uma região pequena no centro de L.A. O ideal é percorrer as redondezas a pé.

Em Los Angeles encontrar vagas para estacionar pode ser bem difícil e os estacionamentos privados caros, então pedir um Uber pode ser uma ótima solução.

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O mais legal dessa região é que em cada esquina alguma arte de revela nas paredes, algum galpão abandonado aparece. É uma surpresa a cada olhar, então esteja atento!

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Depois de ver o Arts District, partimos a pé para Jantar em Chinatown. A caminhada seria longa, cerca de 35 minutos, mas a paisagem e interação com a cidade valem a pena. Chegando em Chinatown, as luzes de longe apontam o caminho. São prédios inspiramos na arquitetura chinesa, muitas lâmpadas de papel e luzes neon.

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O restaurante escolhido da noite foi o Foo Chow, famoso por estar presente no filme “A Hora do Rush”. O restaurante aparece no filme estrelado por Jackie Chan e Chris Tucker, e é bem conhecido por conta disso. Lá são servidos pratos tradicionais chineses deliciosos por preços atrativos, bom serviço e sem filas de espera.

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Los Angeles é uma cidade bem completa para quem ama turistar, oferecendo experiências de metrópole e de praia com as charmosas Venice Beach e Santa Mônica.

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Uma outra dica é visitar Downtown L.A. e redondezas mais para o fim do dia quando a luz do sol vai embora, as luzes se acendem. É lindo.

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