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São Francisco é uma das cidades mais visitadas na Califórnia. As ladeiras e casinhas no estilo “Full House” fazem essa pequena cidade parecer ter saído de um filme. Os mais de 30 parques públicos na cidade mostram o quanto os moradores valorizam uma boa caminhada ao ar livre, um passeio com o cachorro, um piquenique em família. O cenário é completo pela linda Bay Area e a famosa Golden Gate Bridge, passeios também indispensáveis na cidade.

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O Golden Gate Park é um imenso espaço de lazer e cultura. Dentro dele há museus, parques, jardins e muita natureza. Para conhecer todo o parque, seriam necessários mais de três dias! Os lugares escolhidos pelo LeBlog para algumas horas de visita foram o Jardim Japonês e o Conservatório de Flores

Para chegar ao parque, a oferta de ônibus é boa, e rotas por toda cidade te levam para lá. Uma boa opção também é chegar de Uber ou Lyft. Quem estiver pela cidade de carro alugado, é recomendado deixar o carro hotel e ir de transporte alternativo. É difícil e demorado arranjar um lugar para estacionar.

Chegando ao Golden Gate Park, já é possível ver as pessoas praticando esportes, passeando com o cachorro e aproveitando o delicioso espaço ao ar livre. Para transitar de uma area a outra do parque, esteja disposto a longas caminhadas, já que o espaço é grande. O ambiente cheio de vida, entretanto, faz qualquer longa caminhada passar super rápido.

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A primeira parada do passeio foi o Jardim Japonês. Com uma pequena fila para adquirir o ingresso de 9 dólares, adentramos o espaço que parece um pequeno Japão dentro da Califórnia. Para entrar de forma gratuita, basta chegar bem cedo pela manhã, entre 9h e 10h.

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A atmosfera Zen faz desse passeio um momento tranquilo e cheio de paz. Desde a entrada nos deparamos com arquitetura japonesa em portais e passagens, as cores são de encher os olhos.

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Um lago oferece trilha sonora relaxante e um belo espelho d’água onde as belas formas se refletem em duas. As famosas carpas podem ser vistas por todo o lago, colorindo com cores douradas que tem tudo a ver com o clima oriental.
A vegetação é lindíssima, com bonsais e árvores típicas muito bem cuidadas e podadas. Há também uma casa de chás e uma loja de presentes no local.

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Depois do Jardim Japonês, caminhamos até o Conservatório de Flores. Antes de adentrarmos na estufa gigante, existe um lindo parque em frente a estrutura de vidro e aço. Se a agenda do dia der espaço, aproveita para estender uma canga e aproveitar o sol, fazer um piquenique, conversar e observar o movimento. O lugar é lindo demais!

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Depois de pagar o ticket de 8 dólares sem filas, entramos na imensa estufa que nos transporta para uma floresta tropical. Até mesmo os sons do local remetem à natureza selvagem! Em cada ala é possível observar plantas de diferentes ecossistemas. O clima é quente e úmido, o que acaba dando um descanso do vento frio do lado de fora, já que em São Francisco, mesmo o verão é um pouco gelado para nós brasileiros.
Um detalhe muito interessante é que por onde houver uma espécie de planta, lá estará também a plaquinha indicando a espécie e muitas vezes uma breve explicação sobre aquela planta.

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Além do lugar ter muito verde, há também muitas espécies de flores tropicais, como orquídeas e bromélias. É engraçado reconhecer muitas espécies que são comuns para brasileiros, mas uma raridade para os países não-tropicais. O teto de vidro deixa a luz do sol entrar, iluminando o local de uma forma toda especial. No momento certo do dia, os vitrais capturam a luz do sol e refletem cores pelas folhas verdes, parece mágica.

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Uma outra ala do Conservatório é o borboletário. O lugar é cercado de cortinas de tela, que mantém uma vasta gama de espécies desse inseto alado em uma espécie de santuário.  A vontade é de não sair mais de lá, e ficar somente registrando com a câmera cada pouso, cada batida de asa. Eles possuem no borboletário mais de 20 espécies. Algumas super raras, como as monarcas, que geralmente ficam no teto e não dão muito o ar da graça. No dia fomos presenteados com uma das borboletas pousando em nossa amiga que era a aniversariante do dia – o presente perfeito!

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Depois de muitas horas pelo Golden Gate Park, deixamos o local com uma vontade de ver mais. Um bom motivo para voltar! Para moradores ou turistas, o lugar é perfeito para relaxar e encher os olhos de beleza.

Além da natureza, a gratidão de visitar o local vem das pessoas que dão mais vida e movimento ao ambiente.
Um parque para visitar sempre que passar por São Francisco.

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Viajar é aprender, é conhecer novas culturas é mergulhar em um mundo novo. Eu amo viajar e sou muito feliz em poder trabalhar com viagens. A cada lugar um novo mundo, uma nova descoberta. Nesta minha ultima viagem pela França conheci a linda região do Vale do Loire.

Visitar o Vale do Loire é viajar no tempo, na história dos grandes reis e rainhas da França e especialmente se encantar com os castelos majestosos em um cenário que parece ter saído de um conto de fadas!

O lindo Castelo Amboise símbolo da História da França está no centro da cidadezinha charmosa de mesmo nome em uma construção suntuosa do século XV.

A imponente construção impressiona de longe. O reflexo das fortes paredes de pedra no rio é uma vista inesquecível. Nos interiores, cada ala e quarto é uma surpresa, com estilo predominante gótico flamboyant francês e renascentista.

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Viajar pelo Vale do Loire é viajar no tempo e pela intrigante história dos reis e rainhas da França. O Château Amboise tomou forma no século XI, quando o notável Fulque III o Negro, Conde de Anjou, reconstruiu essa belissíssima fortaleza em pedra. Várias melhoras foram feitas ao longo do tempo. No dia 4 de Setembro de 1434, o edifício foi confiscado e adicionado por Carlos VII aos bens da Coroa. Isso aconteceu depois de que seu proprietário, Louis d’Amboise, foi acusado de conspiração contra Luís XI. Depois de perder o castelo, ele foi executado em 1431.

Uma vez nas mãos reais, o castelo tornou-se num dos favoritos dos reis franceses: Carlos VIII de França, que nasceu e faleceu no Amboise, decidiu fazer extensas reconstruções, iniciadas em 1492 ao estilo do gótico flamboyant francês tardio e, depois de 1495 com os primeiros ares renascentistas.

Neste período foram construídos a Capela de Saint-Hubert, no exterior do corpo do castelo, em estilo gótico flamboyant; a Ala Carlos VIII, também gótico flamboyant, que compreende os alojamentos do rei e da rainha; A ala Luís XII, de estilo renascentista italiano, onde estão os alojamentos do século XIX; As duas torres dos cavaleiros (Torre dos Mínimos e Torre Heurtault) – rampas cobertas que permitiam o fácil acesso dos cavalos e das carruagens, desde o nível do rio Loire até ao plano do castelo; o Parque no terraço, onde está um busto de Leonardo da Vinci e um memorial muçulmano para os acompanhantes do teólogo Abd El Kader, falecidos em Amboise durante o seu cativeiro.

Uma outra curiosidade é que Amboise foi o lugar onde o que no futuro seria o jardim italiano foi visto pela primeira vez na França: no sítio do original jardim formal francês. Este belo monumento que é o Amboise é um dos mais belos panoramas do Vale do Rio Loire, tombado pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade, e que vale muito a pena a visita.

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Chamam a atenção a influência do castelo sobre a política e as artes europeias na Renascença, a vida monárquica, o dia a dia nas cortes.

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É possível escolher vários roteiros. Cada um deles leva o visitante para uma perspectiva diferente.

O Amboise fica aberto ao público todos os dias do ano, exceto em 1º de janeiro e 25 de dezembro. A entrada custa cerca de 12 libras. É importante checar com antecedência e comprar o ingresso antes para evitar as filas e aproveitar cada minuto do passeio.

Veja mais algumas fotos:

Mais detalhes podem ser encontrados no site oficial.

*O LeBlog visitou a região do Vale do Loire a convite da “Atout France” em parceria com a “Air France”.

A AirFrance opera voos diários entre São Paulo – Paris – São Paulo e Rio – Paris – Rio.

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Los Angeles é uma cidade encantadora, com muita beleza para se ver, e muito para se fazer.

Um dos passeios mais incríveis é visitar o Arts District em Downtown, um bairro com muita gente interessante, lojas, restaurantes e beleza por todos os lados.
Estávamos por lá no fim da tarde e a luz da “Golden Hour” estava incrível. Conseguimos sentir o porque Los Angeles é a cidade onde os sonhos acontecem.

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O Arts District é uma região pequena no centro de L.A. O ideal é percorrer as redondezas a pé.

Em Los Angeles encontrar vagas para estacionar pode ser bem difícil e os estacionamentos privados caros, então pedir um Uber pode ser uma ótima solução.

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O mais legal dessa região é que em cada esquina alguma arte de revela nas paredes, algum galpão abandonado aparece. É uma surpresa a cada olhar, então esteja atento!

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Depois de ver o Arts District, partimos a pé para Jantar em Chinatown. A caminhada seria longa, cerca de 35 minutos, mas a paisagem e interação com a cidade valem a pena. Chegando em Chinatown, as luzes de longe apontam o caminho. São prédios inspiramos na arquitetura chinesa, muitas lâmpadas de papel e luzes neon.

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O restaurante escolhido da noite foi o Foo Chow, famoso por estar presente no filme “A Hora do Rush”. O restaurante aparece no filme estrelado por Jackie Chan e Chris Tucker, e é bem conhecido por conta disso. Lá são servidos pratos tradicionais chineses deliciosos por preços atrativos, bom serviço e sem filas de espera.

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Los Angeles é uma cidade bem completa para quem ama turistar, oferecendo experiências de metrópole e de praia com as charmosas Venice Beach e Santa Mônica.

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Uma outra dica é visitar Downtown L.A. e redondezas mais para o fim do dia quando a luz do sol vai embora, as luzes se acendem. É lindo.

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A Casa Hacienda é um lindo hotel fazenda que fica em Achamaqui ao nordeste do Peru. É uma ótima opção de hospedagem para quem vai conhecer a região. O belíssimo casarão no estilo colonial está aos pés de uma colina e tem um clima rústico e aconchegante. A filosofia do local é priorizar as atividade turísticas locais seguir a linha sustentável sempre muito comprometida com a região. Sendo assim eles tem diversos trabalhos com artesãos locais e com a comunidade ao redor, fazendo com que toda redondeza sinta-se parte do que eles oferecem para casa visitante.

Com muito orgulho das riquezas culturais desta região do Peru, a equipe recebe os hóspedes com muita atenção e disposição para contar e nos encantar pela história da região.

O belo casarão que abriga o hotel fica no Valle de Utcubamba, em Chachapoyas. A cidade que leva nome do povo cheio de mistério que ha muitos séculos habitou a região.

Apesar do charme rustico do casarão, o hotel tem Wi-fi, que como os lugares afastados ora funciona ora não, fazendo nos lembrar esquecer da internet para curtir a natureza ao redor. Ar condicionado, Cofre, TV led, serviço bilingue, serviço de lavanderia, serviço de quarto e outras amenidades também estão disponíveis.

A localização está próxima às vias principais da cidade, mas os principais atrativos da região ficam a pelo menos 2 horas de viagem montanha acima, então se você quiser conhecer todos, o ideal é reservar uns 4 dias para a viagem.

Cachoeira Gocta, O Bosque de Cachoeiras de Cuispes, Kuélap, O Museu de Leymebamba, entre outros. O Achamaqui oferece serviços de tour até essas atrações, basta solicitar detalhes ao fazer seu check-in. Como esses passeios são localizados em lugares mais afastados de tudo, o melhor é fazer planos para 1 ou 2 passeios no dia.

O restaurante apresenta os clássicos da cozinha peruana e podem ser degustados no salão principal, no terraço ou no bar, que oferece drinks das 18h as 22h.

Em alguns dias antes do jantar eles preparam uma grande fogueira para os hóspedes se aquecerem enquanto comem deliciosos marshmallows.

Os quartos seguem o mesmo estilo rústico aconchegante do restante do Hotel. São 31 acomodações divididas em Tradicional, Superior e Standard.

Há ainda 5 casas que comportam muito bem um família, com sala, cozinha, área de jantar e terraço.

Como chegar

Chachapoyas fica a cerca 1400 km da capital Lima e não tem vôo direto. O aeroporto mais próximo é o de Jaen. Há vôos diários de Lima – Jaén – Lima com duração de 1:20hs.

Casa Hacienda Achamaqui | Km 39 – Carretera Pedro Ruiz, 074 Chachapoyas, Peru

Quando ir

De abril a novembro, quando não é período de chuvas é a melhor época para a visita, mas lembrem-se que o clima no Peru se altera com facilidade e em um único dia podemos ter as quatro estações do ano bem definidas. Leve aos passeios um casaco e uma capa de chuva.

Aproveite para conhecer essa região ainda pouco explorada. É uma questão de tempo para aumentar a procura por seus belos atrativos turísticos.

O LeBlog fez esta viagem à convite da Viajes Pacífico e SMarketing.

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