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Big Sur está localizada ao longo da cênica Highway One a aproximadamente 150 milhas ao sul de São Francisco e 300 milhas de Los Angeles. O nome é derivado de uma área inexplorada e não-mapeada ao sul de Monterey. O local era chamado “El Sur Grande”, ou “O Grande Sul”. Hoje, Big Sur é o trecho de 90 milhas pela costa, bela e tortuosa, entre Carmel e San Simeon.

O LeBlog se aventurou pelas Highways em uma roadtrip cheia de cenários lindos. Um deles foi Bir Sur, esse tesouro na costa oeste americana.

A roadtrip pela Big Sur é inesquecível e tem cenários de tirar o fôlego. Uma boa maneira de chegar até Big Sur é vindo por São Francisco e ir descendo pela costa através da famosa PCH e depois pela Highway One.

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Chegando na Highway One, o limite de velocidade diminui por motivos que vão além da faixa única e da estrada cheia de curvas. Você não vai querer acelerar muito quando estiver passando por Bir Sur. A cada curva uma paisagem mais bela ainda se revela no horizonte, e os vários pontos de parada nos acostamentos facilitam os registros, enchendo o rolo da câmera com o azul do Pacífico. O vento e a neblina estão quase sempre presentes então é bom estar prevenido com um casaco corta-vento.

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Algo comum pela Highway One é encontrar os locais com seus carros de luxo, desfilando e curtindo a vista, algo interessante de ver. Ainda assim, nenhuma Ferrari consegue competir com a natureza exuberante. Em uma das paradas no acostamento para tirar foto, encontramos vários esquilos. Como estão acostumados com os turistas, são super dóceis.

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As cores do mar e das flores selvagens parecem ter saído de uma pintura! É muito interessante observar a vegetação e relevo do local, bem diferente do que vemos pelas praias do Brasil.

Existem várias praias incríveis pela região, lugares para fazer hiking e acampar, vale a pena pesquisar a respeito.
Antes de visitar Bir Sur, é imprescindível visitar o site, que tem todas as informações sobre as condições da estrada e praias. Em períodos de fortes ventos ou em caso de deslizamento de terra em algum ponto a estrada pode estar fechada.

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Hoje no LeBlog separamos algumas dicas para quem está programado uma viagem em familia com programas leves e divertidos pela Holanda, fora do circuito de Amsterdam.

Cidades próximas a capital da Holanda oferecem atrações como aquários a parques de diversões famosos mundialmente, além de atividades educativas e interativas, ótimas para um dia em família. O LeBlog selecionou algumas das principais atrações:

Madurodam
Essa atração fica em Haia, cidade ha menos de 70 km de Amsterdam. Madurodam é um  parque de miniaturas de cidades e ícones holandeses como moinhos, campos de tulipas e mercado de queijos. O local também oferece atividades multimídias que as crianças adoram.
Os pequenos visitantes podem operar a barreira contra tempestades Oosterscheldekering, carregar contêineres em um navio cargueiro no Porto de Rotterdam, fazer um avião da KLM decolar no Aeroporto de Schiphol, dar um lance em uma casa de leilão de flores e até operar uma máquina de energia eólica.

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SEA Life
Abrigando mais de 150 diferentes tipos de peixes em 45 aquários, o SEA Life fica na praia mais famosa da Holanda, Scheveningen. Um lugar encantador onde os visitantes se deparam com um universo sobre o mundo marinho. São aquários com cavalos-marinhos, piranhas, arraias e tubarões.

Há ainda atividades que fazem o mundo marinho ganhar ainda mais vida e tornam a experiência mais interativa. As crianças podem tocar uma estrela do mar e caranguejos na piscina de pedras, conhecer as grandes tartarugas marinhas Bert e Ernie e assistir divertidas demonstrações de alimentação de animais.

Museon
Também em Haia, local é um museu de ciência onde se aprende na prática, ideal para crianças em idade escolar. A exposição principal leva a uma viagem de descoberta que revela relações inesperadas entre o homem e a sua natureza. O maior atrativo é que ele traduz temas atuais da ciência na sociedade em informações facilmente acessíveis para uma ampla audiência.

Museu Miffy
Voltado para crianças pequenas, o museu em Utrecht é dedicado a coelhinha Miffy, principal criação do ilustrador Dick Bruna, um dos nativos mais famosos da cidade. Suas histórias foram traduzidas para 40 idiomas e venderam mais de 85 milhões de livros no mundo inteiro. A visita ao Museu Miffy é uma jornada de descoberta que as crianças nunca esquecerão.
As crianças têm a liberdade de engatinhar, explorar, cheirar, dançar e, assim, aprender enquanto estão brincando. Um verdadeiro patrimônio da cidade, a coelhinha ainda tem estátua em sua homenagem, uma praça em seu nome e até semáforos com luzes em forma de coelho na rua Lange Vliestraat.

Efteling
A apenas uma hora de Amsterdã, Efteling é o parque de diversões mais conhecido da Holanda. O local recebe visitantes desde 1952 e ao longo dos anos, evoluiu para o parque temático moderno que é hoje. Com atrações, um hotel, teatro e até um campo de golfe, o parque está aberto todos os dias. Considerado um dos melhores parques da Europa, ele atrai milhões de visitantes da Holanda e do mundo todo.

Museu Marítimo de Roterdã
O Museu tem mais de 1 milhão de objetos marítimos e todo tipo de experiências interativas a serem exploradas. O museu ainda apresenta um filme sobre a história do porto da cidade. O principal atrativo é uma visita a um navio de 1868. Crianças ainda desfrutam de um programa educacional com o querido Professor Splash.

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Nesse lugar a criança pode ser capitão de navio por um dia, navegar no barco da polícia, reboque ou barco de turismo pelo porto em miniatura, localizado em um antigo canal da cidade. Também há uma caça ao tesouro na água. A viagem de barco dura 20 minutos, incluindo embarque e desembarque. São cinco tipos de barcos para escolher, todos baseados em exemplos de navios que navegam no porto.

 

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Em uma viagem partindo de São Francisco para o norte da Califórnia, o LeBlog passou por Point Reyes National Seashore, uma região cuidada pelo Park Service dos Estados Unidos que fica na Peninsula de Point Reyes, em Marin County. Um lugar muito especial e preservado.

A viagem de São Francisco para lá dura pouco menos de 3 horas, e vale cada segundo. Se aproximando da reserva, não há sinal de celular, mas o google maps dá conta de indicar o caminho (se carregado antes). Depois da cidade turística, não há posto de gasolina por perto, por isso é bom encher o tanque por lá para garantir.
O destino do LeBlog foi o farol de Point Reyes, que fica na pontinha do mapa. Se aproximando do local, a paisagem do verão californiano deu lugar a muita neblina e vento.

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As estradas cheias de curvas e as colinas com gado lembram cenários que só são vistos na Groenlândia, Islândia, ou coisas do tipo. Aquela filosofia de que a jornada é mais importante que o destino é facilmente aplicada por lá. A vontade é de parar a cada curva para apreciar a paisagem bucólica.

Nos meses de verão, os turistas com carros podem dirigir até o estacionamento de visitantes, próximo ao Farol. O site conta que nos meses de inverno um ônibus leva os viajantes até lá. De qualquer forma, visitar o site no dia da visita é importante. A estrada pode ser fechada a qualquer momento por condições climáticas como fortes ventos e neblina densa.

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No dia da nossa visita, durante o verão, deixamos o carro no estacionamento e fomos ao encontro do Farol a pé, única maneira permitida de prosseguir caminho. Quando o estacionamento lota, os carros de tamanho normal são permitidos estacionarem no acostamento da estrada. Também vimos muitos ciclistas por toda estrada de asfalto, mas a partir do estacionamento é preciso seguir caminhando.

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A caminhada até o famoso Farol dura alguns minutos. O tempo por lá é distorcido pela beleza ao redor, pelo vento fortíssimo e pelo frio. O casaco corta-vento salva o passeio nessa hora! Não sabemos dizer quanto tempo levamos do carro até o farol, mas a distância é pequena e recheada de beleza, como árvores que “fazem chover” devido tanta umidade, e as cabanas pelo caminho com cara de abandonadas. Há um visitors center com informações e imagens, além de souvenires.

Seguindo o caminho de menos de 1km encontramos a escada que dá acesso ao farol, são muitos degraus, 308 ao todo. Mas isso deixamos para pensar na volta. Pessoas de todas as idades sobem e descem o percurso, e nesse momento a neblina foi deixando o mar protagonizar a vista. Nesse momento, já estamos na extremidade da costa, e o som das ondas se mistura com o do vento ainda muito forte.

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A cada degrau abaixo, o horizonte foi graciosamente aparecendo cada vez mais nítido, junto com o sol e os olhos marejados por tamanha beleza. Chegando ao farol, podemos ver por dentro (sem tocar) o mecanismo que guiava os barcos a noite. Uma pequena sacada permite com que os visitantes deem uma volta 360º antes de se preparar para a subida.

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Cada degrau da volta ficou esquecido já que o corpo inteiro estava concentrado nos olhos, em registrar e apreciar tudo. Pudemos ver até alguns leões marinhos no mar! O rolo da câmera também esteve ocupado, registrando cada rocha, cada pedaço do lugar.

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No caminho de volta para o carro, a paisagem parecia outra. O vento soprou a neblina embora e agora já era possível ver a linha da praia que parece mais um caminho infinito das ondas acabando na areia. O cenário é todo grandioso, muito maior do que a lente da câmera mostra! Para se ter uma ideia, na foto abaixo aqueles pontos escuros são pessoas.

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De volta para o carro, apreciamos o caminho de volta e, seguindo as placas, logo obtivemos sinal para prosseguir viagem.
O objetivo agora é voltar e passar mais tempo por lá: há opções de hiking, camping e outras atividades no Parque Nacional que é uma jóia escondida na ponta da costa leste.

Para detalhes do clima, estradas e regras do local, visite o site.

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Barcelona é uma cidade belíssima e cheia de arte, arquitetura e atrações para se apreciar ao ar livre. Uma dica que o LeBlog traz hoje foge disso e traz terraços de hotéis deslumbrantes!

Alguns deles podem ser frequentados por quem não está hospedado para curtir um drink ao por do sol com petiscos e belas companhias.

Soho House

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Aberto em 2016, esse hotel é sublime e cheio de vida. Seu terraço é um convite para aproveitar o sol espanhol nas belas cadeiras listradas de vermelho e branco com vista para  Port Vell. O design permanece fiel às inspirações Catalãs do hotel, que também abriga um restaurante que oferece em seu menu Tapas e drinks criativos.

The Mandarin Oriental Barcelona

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Esse hotel tem um dos mais luxuosos terraços da cidade. Com um atmosfera calma e design refinado, é possível tomar um sol por lá e ainda apreciar a vista para a Sagrada Família e a Casa Batlló de Gaudi. O menu do rooftop Bar tem influencia Peruana e pode ser desfrutado ao longo do dia. Para desfrutar do terraço é preciso estar hospedado no hotel.

The Grand Hotel Central in Barcelona

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Com interiores modernos e descolados, o Grand Hotel Central deve sua reputacao ao terraço com piscina de borda infinita conhecida como uma das maiores desse tipo na cidade. No topo de 8 andares, esse rooftop tem vista 360 graus da cidade. Toda noite ele atrai os descolados da cidade para desfrutar de cozinha Catalã e muitos drinks.

The Serras Barcelona

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Situado em um antigo estúdio de Pablo Picasso, bem próximo ao Barrio Gótico, esse hotel abriu as portas recentemente, em Janeiro de 2015. Decorado por Eva Martinez, esse charmoso Hotel-boutique tem chama atenção por seu terraço. Com muitos elementos em madeira, o lugar é cercado por arvores de oliveira e tem piscina azul cobalto. O terraço  abriga até mesmo uma cozinha, liderada por Marc Gascons,grande especialista em gastronomia mediterrânea.

The Mercer Barcelona

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No coração do distrito gótico da cidade, o The Mercer é um antro de calmaria e delicadeza coroado pelo belo terraço que tem. Imerso na vista que proporciona da cidade, espreguiçadeiras de madeira oferecem o melhor lugar ao sol. O local tem clima aconchegante e bem familia, onde se pode apreciar um belo por do sol acompanhado de um bom drink.

Post via Vogue França.