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A maturidade vem mudando e a terceira idade de hoje é ativa, conectada, e cheia de vida.

Para comemorar o Dia do Idoso, o Hospital Santa Paula vai realizar no dia 28 de setembro o evento “O Novo Envelhecer”, uma roda de conversas sobre o novo perfil da pessoa com mais de 60 anos na atualidade. Com o aumento da expectativa de vida, as pessoas trabalham por mais tempo e levam uma vida ativa que é muito diferente do idoso das gerações anteriores.

O evento é gratuito e qualquer pessoa pode participar, desde pacientes, familiares, colaboradores e comunidade. Entre os convidados estão: Maria Célia de Abreu (psicóloga e fundadora do Ideac – organização voltada para compreender e estudar o envelhecimento. Professora universitária e psicoterapeuta aposentada, dedica-se hoje à escrita de livros com a temática de longevidade e envelhecimento. O mais recente é “Velhice: uma nova paisagem”, de 2017), Maria Regina Ermírio de Moraes Waib (fundadora e presidente do Instituto Velho Amigo, uma associação sem fins lucrativos que desde 1999 contribui para o melhor funcionamento de instituições de longa permanência por meio de assistência e do desenvolvimento social, da educação, do esporte, da cultura e do lazer com o objetivo de contribuir com a melhoria da qualidade de vida dos idosos, resgatar a sua dignidade e autoestima), Maristela Soubihe (geriatra do Hospital Santa Paula), Otavio Gebara (cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula. Autor do livro “Coração de Mulher” de 2009), Luiz Gonzaga (psicólogo do Hospital Santa Paula).

Além disso o evento vai ter ainda a presença do maquiador Wesley Oliveira, de 62 anos, que vai maquiar as participantes 60+ interessadas e dar dicas individuais de automaquiagem para esta faixa etária.

O Dia do Idoso é comemorado no Brasil no dia 1º de outubro e tem como objetivo valorizar as pessoas com mais de 60 anos em nossa sociedade. A data marca a promulgação do Estatuto do Idoso – Lei N°10.741, que reforça a importância da proteção a esse público e estabelece direitos como a prioridade em alguns serviços e a garantia de acesso à saúde, alimentação, educação, cultura, lazer e trabalho.

 

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Data: 28 de Setembro,

Horário: 15h as 17h,

Local: Hall do Hospital Santa Paula – Instituto de Oncologia – Av. Santo Amaro, 2382 – Vila Olímpia – São Paulo/SP

Photo by Nathália Bariani on Unsplash

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Todos os dias estamos expostos a diversos tipos de ruídos em sons. Sons estes que vem desde uma música agradável, da voz de alguém que gostamos de conversar, até do barulho de uma britadeira na reforma do prédio ao lado. Os sons altos e indesejáveis vem crescendo em excesso nas cidades, é a chamada poluição sonora.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), ruídos de 50 decibéis (dB) são tolerados, mas prejudicam a comunicação. Acima de 55 dB já passam a incomodar e podem gerar estresse. Se o som for maior que 75 dB, existe o risco de perda auditiva se alguém for exposto ao barulho por mais de 8 horas diárias.

O Otorrino do Hospital Santa Paula, Rafael Raposo, atenta: “Do ponto de vista do Ministério do Trabalho, em ambientes ruidosos e insalubres, o preconizado é que os trabalhadores não se exponham a ruídos contínuos acima de 85 dB – equivalente ao som de tráfego de veículos ou aspirador de pó – por mais de 8 horas seguidas”.

Precisamos cuidar para que nossa audição esteja sempre protegida em casos exposição a ruídos com altos níveis de decibéis. A exposição prolongada pode gerar lesões nos nervos auditivos, que na grande maioria são irreversíveis. Além disso, a pessoa pode ficar com zumbidos (barulhos nos ouvidos) e tonturas persistentes.

Segundo o doutor, a diminuição da audição faz com que haja atenção e concentração excessiva durante a realização de tarefas que impliquem a discriminação auditiva, irritação e aborrecimentos causados pelo zumbido, intolerância a lugares ruidosos e a interações sociais e aborrecimento pela consciência da deterioração da audição. Os ruídos em excesso também podem levar a distúrbios do sono, transtornos de ansiedade, hipertensão e outras doenças cardiovasculares.

Para prevenir tudo isso, é importante utilizarmos as leis que estão ao nosso lado quando se trata de ruído em excesso e denunciar. Leis trabalhistas também protegem trabalhadores que se expõe a esse tipo de problema. Alem disso, cuidados pessoais no dia a dia podem ajudar e muito, como ficar de olho no volume do fone de ouvido.

Para ter uma audição saudável capaz de ouvir os belos sons da natureza, de uma boa musica, ou da voz de uma pessoa querida até a idade avançada precisamos nos cuidar!

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Matéria via Disneybabble

Quem faz algum tipo de exercício ou esporte regular sabe que no início, é comum sentir dores musculares no pós-treino. Depois de algum tempo praticando alguma atividade também sabemos bem quando o treino foi pesado pelas dores que pelo corpo.

Um banho morno após a academia e um bom alongamento após a atividade física pode ajudar, mas muitas vezes não é suficiente. Sofremos para subir ou descer escadas e para fazer movimentos comuns do dia a dia como escovar os dentes. Para entendermos que atitudes tomar nessa situação de maneira saudável, temos algumas dicas do ortopedista especializado em medicina do esporte do Hospital Santa Paula, Fabiano Cunha.

Pode parecer uma boa idéia tomar um anti-inflamatório para acabar com a dor, mas resista a tentação. Primeiro, é preciso compreender o sistema de “cicatrização” do organismo depois dos exercícios. Durante o treino a musculatura é forçada ao máximo, causando micro lesões nas fibras musculares. A atividade física melhora a circulação sanguínea na região trabalhada e os músculos recebem os nutrientes para a reparação. Novas fibras se formam e aumentam o músculo, segundo Fabiano.

Tomar anti-inflamatórios após os exercícios pode interromper o processo e acabar machucando o músculo. Se o objetivo é ficar mais forte, acabar com a dor com remédios torna os treinos menos efetivos, segundo um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.

Na pesquisa, músculos de ratos foram analisados depois de correrem nas rodinhas. Sem medicamentos, os animais geravam um composto conhecido como prostaglandina. Esse composto estimula as células musculares a se regenerarem e dilata os vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue e nutrientes para a musculatura. Já os ratos que tomavam anti-inflamatórios bloquearam a produção de prostaglandina e não conseguiam se curar com tanta eficiência.

Outro estudo publicado na revista Journal of Physiology and Pharmacology, mostrou ainda que o anti-inflamatório ibuprofeno cancela parte do crescimento do músculo esquelético, aquele que normalmente apareceria depois da atividade física.

Dr. Cunha explica que o processo é uma cascata de acontecimentos: quando treinamos, lesionamos o músculo. Essa lesão inflamatória é mediada pela tal da prostaglandina. Por sua vez, a prostaglandina chama o fibroblasto, que é o responsável por constituir a base do tecido e originar as fibras. Se o remédio bloqueia a produção de prostaglandina, o corpo não manda o fibroblasto e não há reparação do músculo.

Além de atrapalhar o a construção do músculo, os remédios podem sobrecarregar o rim. Esse órgão tem a função de metabolizar o anti-inflamatório, então tomar esses remédios dá um trabalho extra para ele. Ao fazer exercícios, o rim já está sobrecarregado, pois ele também é responsável por metabolizar a destruição muscular. Atividades intensas levam a desidratação e água é fundamental para o funcionamento normal do rim. A soma de tudo isso resulta em um rim afetado.

A prova de que o problema renal precisa ser levado a sério é que em provas longas, como IronMan no triathlon ou Tour the France no ciclismo, é comum que participantes sofram falência renal. Uma pesquisa publicada no Emergency Medical Journal, acompanhou 89 ultra maratonistas em uma prova de 80km. No fim da prova, 44% dos participantes indicavam ter uma lesão renal aguda. Os corredores que tomaram ibuprofeno eram 18% mais propensos a desenvolver as lesões no rim, se comparados com quem não ingeriu nada. Além disso, os machucados tendiam a ser mais severos.

O nosso corpo está todo conectado e dá sinais quando algo não vai bem. É importante prestar atenção aos sinais e cuidar da saúde.

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Ontem dia 08 de agosto foi o Dia Nacional do Combate ao Colesterol e aproveitamos a data para compartilhar algumas boas dicas do Hospital Santa Paula para ter um colesterol saudável.

O colesterol é um tipo de gordura presente em alimentos de origem animal e que também é gerado por nosso corpo. Ele desempenha funções essenciais no organismo, como produzir hormônios e vitamina D.
São dois tipos de colesterol: o LDL, considerado “colesterol ruim”, que facilita a entrada do colesterol nas células e faz com que o excesso se acumule nas artérias na forma de placas de gordura, causando obstrução; e o HDL, considerado “colesterol bom”, que retira o colesterol das células e facilita a sua eliminação do organismo.