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Hoje temos aqui no LeBlog um artigo muito delicioso de ler sobre felicidade!

A busca pela felicidade não é o fim e um caminho e devemos cada vez mais nos espiritualizar e buscar sabedoria para enfrentar os obstáculos da vida e seguir em busca do nosso propósito.

O Dr. Luiz Gonzaga Leite, coordenador de Psicologia do Hospital Santa Paula tem um texto muito bacana sobre isso:

Felicidade é um conceito de difícil definição, podendo ser descrita como a sensação de bem estar, influenciada por motivos diversos. Por exemplo, momentos de contentamento e satisfação, em que a pessoa se sente completamente realizada ou um momento em que não existe nenhum tipo de sofrimento. Podemos escolher com elas as valiosas lições e seguirmos adiante. Esse poderá ser o diferencial entre uma alma amarga e vitimista ou uma criatura disposta a seguir em frente, mesmo carregando no corpo alguns arranhões.

Aceitamos sem dificuldades que o coração bata com mais força quando nos aproximamos da pessoa por quem estamos apaixonados – esta sensação é capaz de nos deixar mais belos e melodiosos – ou que as nossas pernas tremam quando é preciso falar em público, antes mesmo de começarmos, isto porque já projetamos que iremos fracassar e nossas ideias acabam ficando confusas e a voz de torna trôpega. Esses são alguns exemplos de emoções que provocam sintomas físicos reais.

É preciso que possamos entender que somos todos “homens integrais”, com alma, corpo, mente e essas “partes” do todo, quando em equilíbrio, tem o poder de produzir saúde, bem estar e felicidade. Alguém nessa condição produz energia e bem estar, não apenas para si, mas também de certa forma para aqueles que estão a sua volta. Vivenciamos tudo isso, mas muitas vezes nos negamos a aceitar a possibilidade de também produzirmos, através de nossos pensamentos e sentimentos, reações negativas em nosso corpo. Isso nos leva muitas vezes a criar patologias de difícil solução, uma paralisia aqui, uma cegueira ali, uma convulsão acolá.

Hoje, a maioria das pessoas é incapaz de curar sua própria doença. Ora, se é possível criar doença, é natural que também seja possível curá-la. Pensar assim é o primeiro passo para a cura. As tristezas, mágoas e ressentimentos funcionam como feridas emocionais que atormentam nosso ser e se tornam muitas vezes de difícil cicatrização, atormentando quem as possui. Para curar essas feridas, é preciso aceitar que elas existem e deixa-las ir.

Não há uma receita pronta, essa busca é pessoal, e não há como esperar que um outro indique a você o caminho da felicidade. Esse é um processo individual e intransferível, é se permitir ser… É um fluir aquilo que você deseja ser. Como disse o psicólogo jungliano James Hillman é permitir que a nossa essência brote, é ser plenamente o que deve ser, é a plenitude do vir-a-ser. É escolher ser feliz, compreender que dentro de nós próprios, lá no profundo, há uma inteligência enorme, simples e natural que sabe que sempre o que fazer, e onde nos levar para sermos felizes. Trata-se de não bloquear, mas sim, deixa-la fluir, para que nos indique o caminho.

Não devemos esperar um mundo perfeito, um trabalho perfeito, um parceiro perfeito para que possamos nos dizer felizes e saudáveis. Até porque se tudo fosse perfeito, em pouco tempo, estaríamos todos atormentados por um mundo sem surpresas e desafios. Valorizar a si mesmo, aos amigos e amores, ao trabalho e a tudo que temos, nos fará pessoas melhores. Assim como viver a vida com intensidade e paixão, pois ela é breve e frágil, deixar de lado as viagens de remorsos e os julgamentos, ser menos rigoroso e mais acolhedor.

Entender que, sempre que possível, é melhor ser feliz do que ter razão, lembrar que esperarmos um “dia especial” para realizarmos algo talvez nos leve à condição de jamais realizarmos o que desejamos, e aí ficamos repletos de ansiedade sem fim. Olha a gente produzindo mais doenças. Todos os dias são especiais, e são os dias especiais que nos transformam em pessoas melhores e mais humanas. E, quando mais humanos formos, mais sentiremos uma fração de divindade em nossas almas e teremos, assim, mais saúde física, mental e espiritual.

Sorria mais, brinque sem reservas com seus filhos, sobrinhos e netos. Passeie de mãos dadas, visite um parque, dê gargalhada daquelas que fazem a barriga doer, tome sol, divida um sorvete bem grande, faça juras de amor (mas não esqueça de cumpri-las), viaje a um lugar que sempre desejou, vá ao cinema e coma pipoca. Olhe novamente as fotos que têm o registro de sua história, prepare um jantar especial, jante à luz de velas com quem você ama, sinta o perfume das flores e a brisa do mar. Olhe as estrelas e descubra o formado das nuvens, cante uma música que faz bem ao seu coração, dance sem medo, olhe os outros nos olhos e deixe-se olhar, sonhe alto, forte e grande, e não esqueça de caminhar na direção de parte desses sonhos.

Escolha ser feliz, escolha ser melhor, escolha ser definitivo e plenamente humano!

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Dica de um lugar para retiros espirituais na área rural de Tangshan na província de Herbei na China. É um ambiente cheio de paz e beleza, que oferece a atmosfera perfeita para o relaxamento total.

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O projeto foi executado pelo estúdio com base em Beijing estabelecido em 2010 pelo arquiteto Han Wenqiang. O interior do projeto é inacreditavelmente belo e elegante. O exterior, totalmente integrado à natureza também chama a atenção.

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A estrutura parece tão estranha ao ambiente e tão familiar ao mesmo tempo, quase plana, com 500 metros quadrados de área banhada pelo rio Luan, com duas árvores que definem a entrada para o prédio. Os cinco segmentos da estrutura – a entrada, a sala de meditação, sala de chás, lounge e banheiro se ramificam, remetendo ao tema recorrente das árvores no local.

A sala de chá tem passagem para a piscina e as árvores dos dois lados da sala fazem sombra para o quintal. O interior e exterior se conectam com as árvores.

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O tema de árvores é visto através de cada espaço  e os elementos de madeira estão em cada canto. Pedregulhos brancos, terraço, textura de concreto e de madeira reforçam a atmosfera zen.

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Via  The Cool Hunter

Família é base, porto seguro, as raízes. Experimentamos essa verdade de maneira ainda mais forte como nos deparamos com as dificuldades da vida. Elas podem vir em forma de um problema de saúde, e nessa hora o núcleo familiar é de extrema importância.

O Dr Luiz Gonzaga Leite, chefe do Departamento de Psicologia do Hospital Santa Paula, de São Paulo, comenta que quando um paciente recebe uma notícia de câncer, por exemplo, a reação dependerá também do papel que o paciente exerce no núcleo familiar. “Há famílias nas quais é o provedor financeiro ou emocional, com importante papel na manutenção dos laços que unem o grupo, quem recebe o diagnóstico da doença. Nesses casos, o choque pode ser ainda maior”.

Em geral, na mente dos familiares surgem inúmeras perguntas que, quando não são convenientemente respondidas, acabam por deixá-los confusos sobre como proceder. Posso acompanhar o paciente na consulta? É permitido falar sobre a doença? E sobre episódios tristes e difíceis? É recomendável encorajar o paciente a buscar apenas pensamentos positivos? Esses são alguns dos questionamentos.

É importante também que o paciente sinta que seus pensamentos não são ruins por se relacionarem a um momento de dor. Como seus familiares, eles também devem olhar o problema de frente. “E poder desabafar é de grande valia, não havendo prejuízo para o conceito de manter o pensamento positivo”, continua Cristiane. “Pensar positivo não pode ser uma prisão”.

O paciente enfrenta uma verdadeira maratona de consultas médicas, exames, internações e sessões de quimioterapia ou radioterapia. Essa nova rotina, os diversos procedimentos e seus efeitos colaterais acabam por alterar a autoimagem e influem na autoestima. Infelizmente, determinadas reações como queda de cabelo, baixa imunidade, mucosite e perda de apetite ainda são comuns em boa parte dos tratamentos. Nesses momentos, o suporte da família é tão importante quanto o apoio psicológico.

De acordo com o Dr. Luiz Gonzaga, o termo mais adequado para esse suporte familiar é “rede de apoio”. E para que essas redes se efetivem, a informação mostra-se fundamental. Por isso, semanalmente ele realiza no Hospital Santa Paula encontros com familiares de pacientes. “Nós os recebemos e passamos informações sobre como lidar com o paciente”, conta.

Dr. Gonzaga ainda explica que, em muitos casos, a família colabora para a destruição de certos mecanismos psicológicos de defesa, como o da negação – quando um paciente se recusa a aceitar que está com câncer e a se submeter ao tratamento.

“A equipe de saúde tem na família um aliado”, diz o Dr. Luiz. Ela é realmente essencial para que o paciente enfrente as prescrições médicas da maneira mais tranquila possível, garantindo para si próprio uma qualidade de vida satisfatória.

Post via abrale

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As pintas e sardas podem ser muito charmosas, mas é preciso estar atento à elas. Ao longo da vida, as sardas vão aparecendo nas regiões mais expostas ao sol, como rosto, colo, e mãos, e geralmente não são motivo de preocupação. Mas pintas com certas características apontadas pelos profissionais devem ser checadas. A Dra. Vanessa Mussopapo, dermatologista do Hospital Santa Paula dá algumas dicas dicas de como se precaver.

Quando as pintas são planas, irregulares e com mais de uma cor, segundo Vanessa, elas podem sinalizar câncer de pele ou um melanoma, que é o tipo de câncer de pele mais grave. As pintas altas e molinhas não são motivo para dor de cabeça: “Diferentemente do que todo mundo pensa, elas geralmente são benignas”, garante Vanessa.

A dermatologia moderna possui uma prática a regra do ABCDE, que ajuda a saber quando a pinta é suspeita e precisa da avaliação de um especialista. Se a pinta ou a sarda tiver qualquer uma das seguintes características, agende uma consulta com um especialista.

A: assimetria (se a pinta for dividida ao meio, um lado é diferente do outro)

B: bordas irregulares

C: cores diferentes (duas cores ou mais – marrom, preto, azul, branco e vermelho, normalmente)

D: diâmetro maior que 6 mm

E: evolução da pinta (se ela cresceu ou mudou de cor, por exemplo)

Além do ABCDE, sintomas físicos que venham com uma pinta ou uma sarda merecem atenção: se há coceira, ardência, dor ou sangramento, corra para o dermatologista.

Após você detectar em casa uma pinta suspeita, a dúvida vem: o que acontecerá no consultório da dermatologista? Vanessa explica alguns procedimentos:

“Realizamos a dermatoscopia, que é um exame na pinta ou na sarda com um aparelho chamado dermatoscópio. Ele consegue identificar estruturas que podem sugerir se ela é benigna ou maligna”, explica Vanessa. Luciana nos dá uma imagem mental do que é esse exame: “É uma lente de aumento que colocamos diretamente sobre a lesão”. Após isso, caso haja suspeita de algo maligno (câncer de pele ou melanoma), é feita uma biópsia, e o resultado chega após duas ou três semanas.

Um lembrete é que, embora sejam mais comuns nas áreas expostas ao sol, as pintas e sardas podem surgir em qualquer parte do corpo. E, quanto mais improvável a localização delas, maior o alerta, como axilas, área genital, nádegas, palmas das mãos, plantas dos pés,  e até mesmo sob as unhas, principalmente se forem recentes.

O conselho de Vanessa é conhecermos as nossas pintas, assim caso apareça alguma nova, ou haja alguma modificação das pintas antigas, saberemos na hora e procuraremos um médico. A melhor dica é procurar um médico o mais rápido possível, seja para desencargo de consciência ou para tratar logo, pois quanto mais cedo um melanoma for diagnosticado, mais chances de cura!

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Matéria Via MSN