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Dormir bem, fazer uma alimentação balanceada e se hidratar são cuidados fundamentais para aguentar todos os dias de folia.
Em fevereiro, milhares de pessoas sairão às ruas para celebrar mais um Carnaval, festa popular brasileira conhecida internacionalmente. A programação vai dos blocos de rua aos desfiles de escola de samba, além de bailes em lugares fechados como clubes e casas noturnas.

Para cada evento, existem alguns cuidados específicos e também os que devem ser tomados em qualquer ocasião. É importante entender o limite do corpo de cada um, o que inclui preparo físico e noções de suscetibilidade do organismo.

Confira as dicas que o médico e cardiologista do Hospital Santa Paula, Dr. Otávio Gebara compartilhou com o LeBlog:

– Evite a ingestão de alimentos pesados, que dificultem a digestão. Dê preferência para as frutas e verduras;

– Hidrate-se de duas em duas horas: o recomendado é ingerir no mínimo dois litros de água por dia (exceto pacientes com restrições médicas);

– Beba moderadamente: o consumo excessivo de álcool ou a mistura de destilados com fermentados pode acabar com a festa e causar ressaca no dia seguinte. Em casos extremos, é possível desenvolver pancreatite em apenas um dia de muito excesso por causar um edema que impede a drenagem do pâncreas;

– Sempre tenha em mãos barrinhas de cereais para garantir a alimentação de duas em duas horas;

– Cuidado com o calor excessivo: em dias muito quentes a tendência é a pressão arterial cair, o que pode ocasionar enjoo, tontura e desmaios. Para evitar a queda de pressão é preciso manter o corpo hidratado, alimentar-se adequadamente, vestir roupas leves e evitar ambientes pouco ventilados;

– Beijo na boca: normalmente trocamos em torno de 250 bactérias e alguns vírus quando beijamos alguém. Portanto, é preciso ter cautela para prevenir doenças como a mononucleose, conhecida como “doença do beijo”. Trata-se de uma doença viral com sintomas parecidos com os da gripe: febre alta, dor ao engolir, tosse, cansaço, falta de apetite, dor de cabeça, entre outros;

– Doenças sexualmente transmissíveis: todo ano o Ministério da Saúde faz uma campanha sobre a importância do uso da camisinha neste período. A camisinha é item fundamental do folião consciente.

Na avenida:

– Salto alto: ficar em pé por muitas horas sambando de salto alto pode ocasionar dor nas pernas e na planta dos pés, câimbras, inchaço nos pés, joanete, calos, problemas nas unhas, entre outros. Para evitar esses problemas, procure usar um salto com a base e o bico mais largo, assim os dedos não ficam apertados. Já para o dia seguinte, o médico aconselha ficar com as pernas esticadas;

– Algumas fantasias dificultam a ida ao banheiro. Como muitos foliões ficam horas preparados para entrar na avenida, a dica é ir ao banheiro antes de se vestir. Evite reter urina por longos períodos, porque, além do desconforto, favorecem as infecções urinárias e formações de cálculos;

– Durma bem: no dia seguinte procure dormir pelo menos oito horas para reequilibrar o organismo.

Nos blocos de rua:

– Proteja sua pele: o excesso de exposição ao sol é a principal causa do câncer de pele, o mais comum no país. Por este motivo, o protetor solar deve fazer parte da rotina do folião, retocando a cada duas horas, assim como o uso de chapéus e camisetas.

– Utilize calçados confortáveis: o ideal é usar tênis para proteger os pés e ter mais flexibilidade nos movimentos. Esse tipo de calçado amortece o impacto e é mais confortável, afinal, você ficará em pé a maior parte do tempo;

– Para evitar insolação, hidrate-se pelo menos de duas em duas horas, use filtro solar e prefira as roupas com tecidos leves (evite tecidos do tipo sintético) e use chapéus ou bonés para uma maior sensação de conforto;

– Álcool gel: como não é possível lavar as mãos em banheiros químicos, a chance de contaminação aumenta. Os contágios mais frequentes são de E.coli – que faz parte da flora natural do corpo, porém, quando há um desequilíbrio, causa náusea, vômito e diarréia; e o vírus VHA, da Hepatite A. Para se prevenir, tenha um álcool gel para higienização das mãos sempre que for ao banheiro.

Bom Carnaval com saúde!

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Na coluna de saúde de hoje aqui do LeBlog o Hospital Santa Paula fala da importância de se proteger do sol.

Vivemos em um país tropical onde o sol brilha praticamente o ano todo. No verão, quando as praias e piscinas estão ainda mais convidativas, aumenta consideravelmente a nossa exposição ao sol.

Ao contrário do que muita gente imagina, a preocupação essa exposição ao sol no dia a dia deve ser tão séria do que quando estamos de roupa de banho: a proteção diária é essencial. Além dos raios ultravioletas, a luz visível (aquela emitida por aparelhos eletrônicos como celulares, computadores e tablets) e a radiação infravermelha (presente em tudo que produz calor, inclusive o secador de cabelo e a chapinha) também podem ser muito prejudiciais à pele.

Enquanto a radiação ultravermelha atinge a camada mais superficial da pele, conhecida como epiderme, a luz visível e a radiação infravermelha atingem a derme, interferindo diretamente sobre o colágeno, a proteína que dá firmeza à pele, favorecendo o envelhecimento precoce. Além disso, a luz visível é capaz de desencadear ou piorar diversas doenças de pele, como urticária, alergias e melasma.

Confira as orientações da dermatologista Vanessa Mussupapo, do Instituto de Oncologia do Hospital Santa Paula:

1 – O rosto é uma das áreas do corpo que mais sofre com a exposição ao sol?

Sim. O rosto é uma área muito exposta ao sol, por isso o cuidado deve ser redobrado. Especialmente em dias nublados e chuvosos, muitas pessoas abandonam o protetor solar e deixam o rosto exposto sem protetor solar. Isso contribui para o envelhecimento precoce da pele e pode ainda resultar em manchas de sol. O produto deve ser espalhado de maneira uniforme de 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada duas horas (e depois de cada mergulho ou suor excessivo) para obter a proteção adequada. Em dias quentes, é importante fazer uso de chapéus, bonés e óculos escuros.

2 – O protetor solar do corpo também pode ser usado no rosto?

É importante avaliar o tipo de pele, pois a maioria dos protetores de corpo tem uma textura mais oleosa. Há opções diferenciadas para o protetor de rosos como loção, gel, mousse e oil free, indicado para peles oleosas. O recomendado é utilizar um produto com FPS a partir de 30 nesta área.

3 – As maquiagens com filtro substituem o protetor solar?

As maquiagens com filtro não substituem o uso diário do protetor por possuírem baixo índice de proteção solar baixo, normalmente em torno de FPS 25, e cobertura muito fina. O ideal é utilizar protetor solar com base tonalizante.

4 – Qual a diferença entre os fatores de proteção solar?

O FPS 30 retém 96% da radiação UVB, enquanto o FPS 50 retém 98% e o FPS 100, 99%. Quanto mais sensível e clara for a pele, maior a necessidade de FPS. O FPS é o índice que determina o tempo que uma pessoa pode se expor ao sol sem ficar vermelha. Ou seja, se a pessoa começa a ficar com a pele vermelha em 10 minutos sem filtro, com o FPS 30 ela vai demorar 30 vezes mais a começar a ficar vermelha. A diferença está no tempo que você pode ficar exposto, ou seja, com o FPS 100 você pode ficar mais tempo sob o sol do que poderia ficar com o FPS30.

5 – O uso de filtro solar atrapalha a absorção da vitamina D?

Infelizmente sim. O filtro solar reduz a capacidade do organismo em sintetizar a Vitamina D, substância que possui um papel vital no organismo, pois atua na formação e manutenção da saúde óssea. Um filtro solar com FPS 30 chega a diminuir em 95% a síntese cutânea da vitamina D. Para manter os níveis adequados da vitamina no organismo, é necessário se expor ao sol pelo menos 10 a 15 minutos, entre 10h às 15h, sem proteção solar, ou através de suplementação.

6 – A pele negra é mais resistente ao sol?

Sim, porque possui maior quantidade de melanina. Neste caso, o FPS 15 já é suficiente.

7 – É permitido utilizar filtro solar e repelente ao mesmo tempo?

Claro. Não há perigo em usar os dois produtos simultaneamente. Para um melhor resultado, aplique o protetor solar primeiro e 15 minutos depois passe o repelente.

8 – Protetor solar é dispensável no inverno?

De forma alguma. A radiação no inverno no Brasil é tão intensa quanto a registrada ao longo do verão na Europa.

Para ficar atento e aproveitar o sol na medida certa! O bronzeado e a saúde agradecem.

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Com a correria do dia a dia a maioria das mulheres e boa parte dos médicos não se atenta para esses fatores, que antes eram muito associados ao coração masculino. Jornada de trabalho e cuidados em casa, vida social e pessoal, os níveis de stress ficam lá em cima.

Pesquisas mostram que a primeira causa de morte em mulheres com mais de 50 anos está relacionada a doenças do aparelho circulatório. A depressão acontece em 2 mulheres para cada homem, e hoje é reconhecida como um fator agravante das doenças cardiovasculares.

Alguns fatores de risco para a saúde costumam ser silenciosos, por isso é importante sempre ficar de olho. Colesterol alto,  hipertensão, sedentarismo e tabagismo podem ameaçar a saúde do coração.

Reconhecer os sinais de início da doença é fundamental para a prevenção de seqüelas futuras.

Possíveis sinais de infarto:

– Dores no peito e região da “boca do estômago”

– Náusea

– Palidez

– Sudorese

Possíveis sinais de AVC, o popular “derrame”:

– Amortecimento em um lado do corpo

– Dificuldade de fala e perda súbita de equilíbrio

Nesses casos, a velocidade do diagnóstico e início do tratamento é o segredo do sucesso.

A prevenção:

Felizmente os recentes avanços científicos nos trouxeram boas evidências sobre o mecanismo de desenvolvimento das doenças dos vasos. Avanços terapêuticos possibilitaram melhor controle de fatores de risco como a hipertensão e o colesterol elevado. Um vasto estudo científico concluiu que pequenos ajustes nos hábitos e o correto controle de fatores de risco como a hipertensão e colesterol são capazes de evitar 80% da chance de um infarto. Ou seja, é possível virar o jogo.

Dessa forma, deve ser feita a visita ao ginecologista anualmente para evitar as consequências de um câncer, mas também toda mulher deve ter como hábito fazer um controle da pressão arterial (mesmo que tenha um histórico de pressão baixa) e dos índices glicêmicos e de colesterol através de um exame de sangue. Colocar o check-up cardiológico na agenda de prevenção pode fazer uma grande diferença.

Fonte: Brazil Health

Todo ano, a revista América Economia Intelligence faz a lista “Os melhores Hospitais e Clínicas da América Latina”, fico muito muito feliz em dizer que ela primeira vez, o Hospital Santa Paula nosso parceiro há anos aqui do LeBlog entrou para a seleta lista, que conta com apenas oito Hospitais brasileiros.

A instituição ficou em 5º lugar entre os nacionais, atrás de grandes nomes como Moinhos de Vento (4º), Hospital Alemão Oswaldo Cruz (3º), Hospital Samaritano de São Paulo (2º) e Hospital Albert Einstein (1º). No ranking geral da América Latina, o Hospital Santa Paula ficou em 20º lugar.